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Vacina COVID-19 protege por até um ano

Uma pessoa sendo vacinada contra Covid-19 em um centro em Berna, em 10 de maio de 2021. Keystone / Peter Klaunzer

As vacinas contra o Covid-19 continuam eficazes contra todas as formas do vírus por até 12 meses após a segunda dose. É o que declaram as autoridades sanitárias da Suíça.

Este conteúdo foi publicado em 16. junho 2021 - 14:00
Keystone-SDA/SRF/ilj

Segundo Virginie Masserey, chefe da Seção de Doenças Infecciosas do Depto. Federal de Saúde Pública (BAGLink externo, na sigla em alemão), pessoas vacinadas estão protegidas por um período de até doze meses contra infeções, especialmente contra casos graves Virginie Masserey. "Portanto não é necessário receber uma dose de reforço da vacina até 2022."

Mais da metade da população adulta na Suíça já recebeu pelo menos uma dose da vacina, acrescentou Masserey. Pelo menos 80% das pessoas mais vulneráveis já foram vacinadas. A campanha de vacinação no país está decorrendo sem contratempos. Aproximadamente 100 mil doses são aplicadas diariamente administradas. Segundo a funcionária do BAG, não há nenhuma indicação de que a vontade de vacinar esteja diminuindo na população.

Carteira de vacinação

O lançamento da carteira digital de vacinaçãoLink externo à prova de falsificação também pregride. Segundo as autoridades, mais de 650 mil certificados foram emitidos. "Estamos confiantes de que todas as pessoas vacinadas poderão ter o comprovante de vacinação contra Covid-19 até o final do mês", disse Masserey. Além dos vacinados, também pessoas recuperadas de uma contaminação pelo novo coronavírus têm o direito de ter um certificado. O período de validade do documento também será alterado após o anúncio de que a vacina protege até por 12 meses.

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Tendências e novas variantes

Enquanto isso, o número de casos continua em queda na Suíça. As autoridades sanitárias divulgaram em 15.06 o registro de 243 casos de Covid-19, 14 hospitalizações e duas mortes devido a complicações da doença. O número de novas infecções permaneceu abaixo de mil desde 26 de maio.

Segundo Masserey, o número de casos relacionados a novas variantes do coronavírus - dentre elas a chamada variante "Delta" - é relativamente baixo. As vacinas também seriam eficazes contra essas variantes, "mas é preciso ter cuidado, pois nem todas pessoas foram vacinadas", ressaltou a funcionária do BAG.

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