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Tradução da entrevista do diretor do centro

Este conteúdo foi publicado em 18. outubro 2002 - 12:34

THIERRY COURVOISIER: "Os raios gama é um tipo de luz extremamente energética. Há a luz que nos permite ver uns aos outros. Com dimensão de ondas mais curtas, temos os ultra-violeta que nos faz bronzear, mas são o mesmo tipo de fenômeno. Mais longe, há os raios x que são sempre a mesma coisa".

"Indo mais longe, com tipos de raios cada vez mais energéticos, chegamos aos raios gama. Acontece que no universo há objetos que emitem raios gama. São algo que se descobriu nos anos 60, quando começamos a sair da atmosfera - porque a atmosfera é opaca a essa radiação. Descobriu-se que no universo há algo mais que no universo além de estrelas e galáxias. Objetos muito compactos que emitem raios x e raios gama".

"O satélite Integral faz então a mesma coisa que a astronomia visível faz com telescópios, mas, no tocante a raios gama. Isso nos permite ter uma visão mais completa do que existe no universo".

SWISSINFO: Há aplicações práticas resultantes de descobertas de raios gama?

TC: "Não existem aplicações práticas de descobertas da astronomia gama. Há aplicações práticas em vista de desdobramentos conseguidos para desenvolver detectores e tecnologia que nos permitem realizar essa astronomia que é um tipo de astronomia muito difícil".

"Mas o sentido da astronomia gama é a descoberta do universo que nos cerca, uma contribuição visando saber qual o lugar do Sol, da Terra, e do homem no universo. É, portanto, uma pesquisa inteiramente fundamental".

Entrevista realizada por Bernard Weissbrodt, de swissinfo.

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