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Médicos defendem ampliação do ‘direito de morrer'

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Este conteúdo foi publicado em 26. fevereiro 2018 - 09:35
swissinfo.ch
Cada vez mais suíços optam por terminar suas vidas por meio do suicídio assistido. Keystone

A Academia Suíça de Ciências Médicas pronunciou-se a favor da extensão do suicídio médico-assistido a pessoas que vivem com dor intolerável.

A academia propôs que os médicos possam ajudar os pacientes que sofrem de dor insuportável provocada por doença, mesmo que esta não seja terminal, informou o jornal suíço Le Matin Dimanche no domingo.

Em contrapartida, a Associação dos Médicos Suíços (ASD) rejeita a ampliação do alcance do suicídio assistido por médicos. Tal medida entraria em contradição com o objetivo original de ajudar as pessoas que sofrem de uma doença incurável e terminal, declarou a ASD ao jornal de língua francesa.

Nos últimos anos, o número de suíços que buscam serviços de suicídio assistido de organizações privadas como a Exit ou a Dignitas continuou a crescer de forma constante. A maioria dos suíços é a favor de poder escolher quando e como acabar com suas vidas, e inclusive apoiam a eutanásia ativa direta, uma prática atualmente proibida no país.


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